sexta-feira, 27 de julho de 2012

ACREDITE!


Bom dia amores!

ACREDITE! 

Se você não acreditar naquilo que você é capaz de fazer; quem vai acreditar?
Dizer que existe uma idade certa, tempo certo, local certo, não existe.
Somente quando você estiver convicto daquilo que deseja e esta convicção fizer parte integrante do processo.
Mas quando ocorre este momento? Imagine uma ponte sobre um rio.
Você está em uma margem e seu objetivo está na outra.
Você pensa, raciocina, acredita que a sua realização está lá.
Você atravessa a ponte, abraça o objetivo e não olha para traz.
Estoura a sua ponte.
Pode ser que tenha até dificuldades, mas se você realmente acredita que pode realizá-lo, não perca tempo: vá e faça.
Agora, se você simplesmente não quer ficar nesta margem e não tem um objetivo definido, no momento do estouro, você estará exatamente no meio da ponte.
Já viu alguém no meio de uma ponte na hora da explosão... eu também não.
Realmente não é simples.
Quando você visualizar o seu objetivo e criar a coragem suficiente em realizá-lo, tenha em mente que para a sua concretização, alguns detalhes deverão estar bem claros na cabeça ou seja, facilidades e dificuldades aparecerão, mas se realmente acredita que pode fazer, os incômodos desaparecerão.
É só não se desesperar.
Seja no mínimo um pouco paciente.
Pois é, as diferenças básicas entre os três momentos são:
ESTOURAR A PONTE ANTES DE ATRAVESSÁ-LA Você começou a sonhar... sonhar... sonhar! De repente, sentiu-se estimulado a querer ou gozar de algo melhor.
Entretanto, dentro de sua avaliação, começa a perceber que fatores que fogem ao seu controle, não permitem que suas habilidades e competências o realize.
Pergunto, vale a pena insistir?
Para ficar mais tangível, imaginemos que uma pessoa sonhe viver ou visitar a lua, mas as perspectivas do agora não o permitem, adianta ficar sonhando ou traçando este objetivo?
Para que você não fique no mundo da lua, meio maluquinho, estoure a sua ponte antes de atravessá-la, rompa com este objetivo e parta para outros sonhos! ESTOURAR A PONTE NO MOMENTO DE ATRAVESSÁ-LA Acredito que tenha ficado claro, mas cabe o reforço.
O fato de você desejar não ficar numa situação desagradável é válido, entretanto você não saber o que é mais agradável, já não o é! Ou seja, a falta de perspectiva nem explorada em pensamento, não leva a lugar algum. Você tem a obrigação consciencional de criar alternativas melhores.
Nos dias de hoje, não podemos nos dar ao luxo de sair sem destino.
O nosso futuro não é responsabilidade de outrem, nós é que construímos o nosso futuro. Sem desculpas, pode começar...
ESTOURAR A PONTE DEPOIS DE ATRAVESSÁ-LA.
No início comentei sobre as pessoas que realizaram o sucesso e outras que não tiveram a mesma sorte.
Em primeiro lugar, acredito que temos de definir o que é sucesso.
Sou pelas coisas simples, sucesso é gostar do que faz e fazer o que gosta.
Tentamos nos moldar em uma cultura de determinados valores, onde o sucesso é medido pela posse de coisas, mas é muito mesquinho você ter e não desfrutar daquilo que realmente deseja.
As pessoas que realizaram a oportunidade de estourar as suas pontes de modo adequado e consistente, não só imaginaram, atravessaram e encontraram os objetivos do outro lado.
Os objetivos a serem perseguidos, foram construídos dentro de uma visão clara do que se queria alcançar, em tempo suficiente, de modo adequado, através de fatores pessoais ou impessoais, facilitadores ou não, enfim o grau de comprometimento utilizado para a sua concretização.

A visão sem ação, não passa de um sonho. A ação sem visão é só um passatempo. A visão com ação pode mudar o mundo. (Martha Medeiros)

Ótimo dia a todos vocês, queridos!

*Paulinha Oliveira*

quinta-feira, 26 de julho de 2012

MEDOS...


Boa noite amores...
Hoje o dia foi cansativo... mas não fisicamente... mentalmente sabe... algumas situações, algumas coisas, não são nada fáceis de lhe dar... mas a vida é isto!

Eu tenho medo de altura, nada que me faça muito mal, sabe...
As vezes passo sobre uma ponte alta e sinto minhas pernas pesarem, sinto uma tontura.
Parece um pouco com a sensação de levar um soco no estômago, mas sem a dor.
Porém o medo nunca me impediu de passar por pontes altas ou de subir escadas, muros, telhados, àrvores, ir em montanha russa, roda gigante, etc...
As vezes penso que sou meia louca, sabe... sinto todo aquele desconforto, o corpo me diz pra desistir, mas eu enfrento  o medo... e vou!

Mas porque eu estou falando sobre isto??? É porque há outras sensações nas quais eu experimento o mesmo sentimento provocado pelo medo de altura. Pois é...
Se estou falando com uma pessoa no telefone e ela desliga sem me dizer “Tchau” ou se eu digo algo e a pessoa não entende e fica muito chateada, estas coisas eu experimento com o mesmo desconforto de ter subido a uma altura absurda. É estranho, mas isto ocorre.
Se alguém diz algo que seja capaz de me ofender ou me sinta ameaçada por algo, vem aquela sensação de estar num avião, prestes  a pular e sem saber se o paraquedas realmente vai funcionar...
E  é o que esta acontecendo... uma atual situação me deixa assim: como se eu estivesse a beira de um precipício e não tivesse como voltar. É ANGUSTIANTE!

Mas o que me levou a escrever sobre tudo isto hoje... agora... neste exato momento?
Sei La... acho que foi a necessidade de entender porque eu ainda não me acostumei com o fato de a vida ser esta corrente imensa, na qual cada elo pode significar uma mudança, uma dor, um medo absurdo, e não há como chegar a ponta dela sem ter passado elo a elo. É isto...

A única saída é pedir: DEUS, POR FAVOR, ESTEJA NO CONTROLE... SÓ O SENHOR PODE ME AJUDAR!

*Paulinha Oliveira*

De volta... pra sempre e sempre!

Bom dia meus amores!

 Saudades de escrever aqui, depois de tanto tempo... mais de ano ja... Enfim... escrever me faz bem...então aqui estou... e deixo um trecho de Rita Aphoena pra vocês... faz sentido!

"Quando eu saí de uma importante depressão, eu disse a mim mesma que o mundo no qual eu acreditava deveria existir em algum lugar do planeta. Nem se fosse apenas dentro de mim... Mesmo se ele não existisse em canto algum, se eu, pelo menos, pudesse construi-lo em mim, como um templo das coisas mais bonitas em que eu acredito, o mundo seria sim bonito e doce, o mundo seria cheio de amor, e eu nunca mais ficaria doente. E, nesse mundo, ninguém precisa trocar amor por coisa alguma porque ele brota sozinho entre os dedos da mão e se alimenta do respirar, do contemplar o céu, do fechar os olhos na ventania e abrir os braços antes da chuva. Nesse mundo, as pessoas nunca se abandonam. Elas nunca vão embora porque a gente não foi uma boa menina. Ou porque a gente ficou com os braços tão fraquinhos que não consegue mais abraçar e estar perto. Mesmo quando o outro vai embora, a gente não vai. A gente fica e faz um jardim, qualquer coisa para ocupar o tempo, um banco de almofadas coloridas, e pede aos passarinhos não sujarem ali porque aquele é o banco do nosso amor, do nosso grande amigo. Para que ele saiba que, em qualquer tempo, em qualquer lugar, daqui a não sei quantos anos, ele pode simplesmente voltar, sem mais explicações, para olhar o céu de mãos dadas..."

SEM MAIS...

*Paulinha Oliveira*

segunda-feira, 23 de julho de 2012

VOLTEEEEI!

Galera lindaaa! Tudo bem??? Depois de um ano e tantos meses, cá estou de volta pra postar no meu diário... SAUDADES DE ESCREVER!!! Novidades em breve!!! ;D

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

" Mas eu pagaria um preço alto para que isso se realizasse..."


Boom dia amores!!!

Não que eu não goste de sair pra "NIGHT", azarar, beber um pouco,curtir com minhas amigas, flertar e me divertir...
Sabe como é, eu amo essa vida de solteirisse. Mas chega uma hora, em que eu não consigo parar de me perguntar porque o homem dos meus sonhos não está aqui do meu lado, vendo um filmezinho na TV comendo pipoca com guaraná, ou então dormindo de conchinha comigo. Talvez seja porque ele esteja nos meus sonhos.
Mas deixa estar.
Uma hora dessas, ele bate aqui na porta de casa e me convida pra tomar um café logo ali.
Tá, tudo bem, eu não estou em uma situação de poder exigir muita coisa. Hoje em dia TA DIFICIL!!!
Não precisa ser o homem dos meus sonhos, deixa ele lá, pra eu ter algo ainda por almejar. Mas se, por acaso, existir lá fora, não o homem dos meus sonhos, mas um homem que me faça sonhar, é só avisar que eu passo meu endereço. E eu acredito que uma hora ele apareça.
Afinal, sonhar não custa nada. Mas eu pagaria um preço alto para que isso se realizasse...


*Paulinha Oliveira*

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Sou o que SOU!


Olá meus amores!

"Sou o que sou, e ninguém vai mudar isso. Posso não ser sempre a mesma, mas serei sempre EU mesma. O que eu acho certo, eu digo e defendo, e reprimo o que acho errado. Meu amor eu ofereço pra quem merecer, e minha alegria divido com quem me faz bem: meus amigos, minha família, meus amores, eu defendo com dentes arreganhados, e ai de quem se intrometer nisso. Minhas decisões eu tomo por impulso, tomo por sabedoria, ou as vezes não tomo decisão nenhuma, como vier a calhar, eu faço.Guardo dentro de mim, uma menina brincalhona, meiga e com sonhos a realizar a apesar de meiga sou FORTE, resistente a quedas e com um senso de se reerguer que só eu mesma consigo ter. Do passado eu trago aprendizados, do presente, eu faço valer a pena, e do futuro, bom, do futuro eu carrego a esperança, e a vontade de viver. Porque melhor maneira de prever o futuro, é inventá-lo! Podem falar o que quiser se mim...mas sigo sendo eu mesma sempre...falo o que quero, doa a quem doer...se não gostar, paciencia...sou assim, me aceite assim!"

*Paulinha Oliveira*

A caixa do meu coração ♥



Boa tarde meus amores! Hora de Att isto aki né? ;)
A pedidos!!!
Beijos

*Paulinha Oliveira*

Se eu pudesse fazer um pedido agora, somente um, eu pediria a Deus que me desse uma caixa. Mas eu queria uma caixa diferente. Esta caixa eu guardaria bem pertinho de mim, assim, em um lugar que estivesse ao meu alcance em qualquer momento. Os sentimentos nela contidos seriam grandes demais, mas, de acordo com meu pedido, eu gostaria de uma caixa bem pequenina, pra guardar num cordão, pendurado bem perto do peito. Uma caixa em que eu pudesse guardar não roupas, sapatos, fotos, cadernos, cartas ou jóias. Queria uma caixa em que eu pudesse guardar sensações. Uma caixa em que eu pudesse guardar o sentimento de cada momento, para que um dia, quando minha memória não for mais tão boa, quando a visão estiver mais fraca que nunca, a audição estiver errante, e o coração estiver batendo mais devagar, eu possa abri-la e ter novamente tudo aquilo que guardei tudo aquilo que um dia eu vivi.

Guardaria dentro da caixa, em primeiro lugar, a alegria da brincadeira de roda, das tardes brincando no pátio, dos desenhos da manhã, do nescauzinho feito todos os dias. Guardaria todos os natais, as páscoas com as pegadinhas do coelho no jardim, a brincadeira de pipa, as idas ao zoológico. Guardaria dentro da caixa, toda a alegria de ser criança, que agora, já falha um pouco na memória com o passar dos anos, e que eu sei, só tende a falhar cada vez mais. Em minha caixa, porém, esta alegria estaria a salvo.

Guardaria também a sensação de carinho familiar. Um dia, meus pais não estarão mais aqui. E quando este dia infeliz chegar, eu abriria minha caixa, e sentiria todo o amor deles novamente. Sentiria a segurança de meus pais, o amor deles por mim, a preocupação. Sentiria novamente toda a felicidade que passei ao lado deles, todas as barras que seguramos juntos também. Lembraria de como foi o importante tudo que me ensinaram, da angustia que passei e que lá estavam eles ao meu lado. A sensação de ter alguém que goste realmente de mim, que se preocupa, a sensação de ser acolhida, de saber que não estou sozinha no mundo, tudo isso ficaria eternamente guardado dentro de minha caixa.

Guardaria na caixa todas as lembranças de meus amores. O sentimento do amor, do afeto. O sentimento de querer mais e mais, de querer estar junto, a sensação de pele tocando na pele, de braços, beijos, laços. De suor, de arrepio, a sensação que só um beijo pode causar, a imensidão de se perder nos abraços de alguém. Guardaria também a sensação das lágrimas de amor, da dor da saudade. Guardaria o sentimento de aprendizagem que cada amor meu me deu. Isso tudo faria com que eu me sentisse mais viva no futuro, mais feliz por tudo que um dia vivi.

Mas em minha caixa, se eu pudesse, eu guardaria um pouco de cada amigo meu. Assim, um pedacinho de tudo que vivi com eles, cada sensação. Guardaria a euforia de todas as festas, de todas as parcerias, de todas as farras vividas. Guardaria a empolgação que passei ao lado de cada um deles, os planos feitos com tanto afinco. Guardaria todas as tardes e manhãs na escola, todas as risadas, todas as brincadeiras. Guardaria a compreensão de cada um deles, os conselhos, o apoio das horas difíceis. Guardaria o sentimento do companheirismo, o sentimento de adrenalina de todas as vezes que juntos aprontamos, guardaria as emoções que passei ao lado de cada um deles. Mas eu digo os amigos mesmo, que são poucos, mas que são especiais. Aos amigos, eu deixaria um lugar especial em minha caixa, um lugar de fácil acesso, um lugar que a velhice um dia não me impedisse de chegar.

Como esse pedido é um tanto quanto impossível, tentarei guardar, não em uma caixa, mas em minha memória, até quando eu puder, todas essas lembranças e sensações. A todos os que amo, que um dia amei, a todos aqueles que fizeram parte da minha vida em algum momento, que foram especiais, que marcaram algum momento, que me fizeram feliz, a todas estas pessoas, saibam que vocês estão em meu coração. Saibam que, no entardecer de minha vida, quando vocês estiverem na caixa do meu coração, eu vou abri-la, e vocês serão como as estrelas, que iluminarão minha noite...


(Kathlen Heloise Pfiffer)